Pra apoiar a maior participação de mulheres no mercado audiovisual, Elo Company cria o selo ELAS

 

Pode parecer uma grande coincidência, mas em 2017, vários conteúdos audiovisuais [séries e longas-metragens] dirigidos ou protagonizados por mulheres quebraram recordes, surpreenderam o público e abocanharam as principais premiações globais. Para a ELO COMPANY essa é uma tendência de interesse do público mundial e, por isso, nesta quinta-feira, dia 05, no stand Be Brazil no Rio2C, a empresa lança o selo ELAS. Diretoras interessadas em fazer parte do selo devem enviar os projetos para o e-mail seloelas@elocompany.com.

“A ELO atua há 15 anos na vanguarda do audiovisual. Buscamos sempre criar pontes que amplifiquem o potencial comercial do conteúdo de nossos clientes – produtores e diretores de audiovisual. O selo ELAS busca aumentar o potencial artístico e comercial de longas-metragens para atender a essa demanda crescente do público”, afirma Sabrina Nudeliman Wagon, sócia-fundadora da empresa ao lado de Ruben Feffer e Flavia Prats.

As principais referências femininas no mercado brasileiro estão sendo convidadas a fazer parte desta rede, que vai atuar como mentora dos projetos. Atrizes, diretoras, produtoras, roteiristas, advogadas vão doar, a convite do selo ELAS, horas de trabalho para projetos em diferentes fases de produção.

A atriz Camila Pitanga é a madrinha da iniciativa. “Isso é uma grande conquista para as artistas brasileiras que vem se dedicando a produção audiovisual”, diz.

 

 

O selo é lançado com nove filmes contratados. Entre as ficções estão AMORES DE CHUMBO, de Tuca Siqueira; A CHAVE DE CASA, de Simone Elias; AOS OLHOS DE ERNESTO, de Ana Luiza Azevedo; É TEMPO DE AMORAS, de Anahí Borges; FAIRPLAY, de Malu Schroeder e RIR PARA NÃO CHORAR, de Cibele Amaral. Três documentários também estão selecionados para a primeira fase do projeto: MEU QUERIDO SUPERMERCADO, de Tali Yankelevich; SOLDADO SEM ARMA, de Maria Carolina Telles e TORRE DAS DONZELAS, de Susanna Lira. A expectativa é que esses filmes cheguem ao público até 2020.

“O selo ELAS vem complementar o line up de lançamentos da ELO, que segue com toda a diversidade de narrativas, diretores e produtores trabalhados ao longo dos últimos 15 anos”, explica Barbara Sturm, diretora de conteúdo da empresa. A ELO COMPANY é responsável pelas estratégias internacionais de O Menino e o Mundo, Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil, e Tropicália, entre mais de 300 títulos. Seleção – os projetos selecionados deverão já ter roteiro e orçamento desenvolvidos. Critério de seleção é o potencial comercial do projeto no Brasil e no mundo, para cinema, televisão e video on demand. O selo ELAS foi pensado para a indústria, com foco na demanda do espectador.

Falamos sempre aqui no Plano sobre a importância de mulheres terem maior participação no mercado de trabalho, inclusive no audiovisual, em que normalmente é de domínio masculino. Pra gente, é muito importante ver marcas que querem mudar essa realidade e investem em incentivos para que as mulheres conquistem cada mais os espaços que são delas por direito. Vamos juntas que vai ter mulher ocupando os espaços que quiserem!

Redação

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