Mulheres gostam de ser bem tratadas e receber carinho. Eu gosto, você não?

Hoje o assunto é polêmico: vou falar de homens versus mulheres.
Espero que muitas de vocês possam já ter refletido um pouco sobre a nossa condição atual.
Outro dia recebi um e-mail, tipo engraçado, em que crucificavam aquela mulher infeliz que um belo dia resolveu achar que era chato ficar em casa cuidando da família, tomando chá com as amigas, costurando, etc. para sair à luta em busca de uma igualdade com os homens no mercado de trabalho. Terminava dizendo “olha só o que aconteceu: hoje, cá estamos com as tarefas da casa e mais as responsabilidades de fora”, ou seja, nos estrepamos.
Esse e-mail mostra, além da ironia, que muitas de nós estamos mesmo fazendo um pouco de confusão acerca do papel que devemos desempenhar como
mulheres.
No que se refere à etiqueta e à educação, também podemos observar esta nebulosidade. Vejo e recebo em meus cursos homens e mulheres totalmente inseguros de seus papéis e atitudes em relação ao outro.
Homens que gostariam de ser mais gentis mas não o fazem por medo das mulheres achá-los antiquados.
Mulheres que se sujeitam a situações desagradáveis por não saberem dizer “não”. Sei que muitos discordam, mas eu ainda insisto (e pela minha experiência afirmo com muita propriedade e estatísticas de mais de uma década e meia) que no terreno da conquista, do relacionamento amoroso, vale ainda o instinto animal:
Mulheres gostam de ser cortejadas, bem tratadas, receber atenção, carinho, presentinhos, flores, telefonemas, terem namorado que as busque em casa, abra a porta do carro, pague a conta do restaurante e do cinema, enfim, que faça o seu papel de homem como era feito antigamente, sem medo de ser feliz.



Em troca, os homens ficam muito agradecidos por terem ao seu lado mulheres femininas, educadas, delicadas, elegantes, carinhosas, fortes para segurar a onda quando eles fraquejam, lindas, cuidadas, competentes, mãezonas e também boas profissionais das quais possam se orgulhar no mundo moderno.
Esses adjetivos podem e devem andar lado a lado. Sei que muitas de vocês, ao lerem esta matéria, vão me crucificar, mas tudo bem.
Tenho a mais absoluta certeza de que aqueles (as) que sabem encontrar um equilíbrio nestas ações, não exagerando nem para um lado nem para o outro,
são pessoas muito mais acertadas e com relacionamentos mais gratificantes do que aqueles que vão pelos modismos e caem em extremos de comportamento, querendo assumir um papel que não lhe pertence e que não por raras vezes causa angústia ao invés de felicidade.

E você? O que pensa disso?